terça-feira, 19 de maio de 2009
69 reais
terça-feira, 12 de maio de 2009
Promessas de Casamento - Martha Medeiros
"Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?" Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:
- Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?
- Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?
- Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?
- Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?
- Promete se deixar conhecer?
- Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?
- Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?
- Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?
- Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
- Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja? Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros.
__________x__________
São verdades que requerem altas doses de autoconhecimento.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Encontros e desencontros

Yes, sometimes we get blind because we fall in love. We have a sweet taste for falling in love.
I keep thinking of what you wrote since yesterday.
I was thinking that you are absolutely right. I feel like you have lighted up my thoughts. Incredible how our lives are pretty much the same even though we live so many thousands of kilometers apart from each other.
Do you know what has just come to my mind? Those moments in Ibiza, when we were inside the sea, just you and me, just chilling out. Remember?
Today I have some strong feelings: that life goes fast, that friendship lasts, that we love too much.
I totally agree that reciprocity is a must in any relationship. It is just like a road, if it takes you only one way, it leaves you that way. If it returns, then there is a real mutuality. Then it would be worthy it.
I do believe in a true relationship. All we have lived had made us stronger, and has given us parameters to understand what is the best for us. It is just about opening the eyes. It is just about listening carefully to the heart.
Like one song says, there is a time and place for everyhting and for everyone. I would also add there is a person for every time and for everyone.
There is a beautiful song that summs up this moment, which is written above.
Miss Sarajevo (U2)
"There are only two ways to live your life.
One is as though nothing is a miracle. The other is as though everything is a miracle."
A. Einstein
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Virou estrelinha

terça-feira, 28 de abril de 2009
Successful Career Woman's Resolution of Conflict Between Relationship and Career
Our greatest challenge is balancing love and work.
The purpose of this study was to examine successful career women and their resolution of conflict between balancing career and relationship demands. Literature in the following areas was reviewed: fear of success, locus of control, competition factor, and relationship satisfaction. This study focused on locus of control and relationship satisfaction and how they interrelated. The integration of career and significant-other relationship demands was also studied.
Fifty-four successful career women in the San Francisco Bay Area participated in this study. Age, relationship status, income and socioeconomic status were all variables that were controlled. Locus of control was measured by Rotter's Locus of Control Scale. From this scale, generalized expectancies for internal versus external control of reinforcement were measured. Relationship satisfaction was measured by Spanier's Dyadic Adjustment Scale, which consists of four subscales: Dyadic consensus, dyadic satisfaction, dyadic cohesion, and affectional expression. Thirty of the fifty-four women, fifteen who were currently in a significant-other relationships and fifteen who were not, participated in Linquist's Personal Interview Survey.
For analysis, frequency distributions of scores were developed, descriptive statistics were calculated, and statistical correlations were calculated for interrelationships. Results revealed a large range of locus of control scores among the study's participants. Comparison with another sample of women with similar backgrounds revealed that this study's sample was more internally controlled (significant beyond the .001 level). The women in this study, though considerably higher paid than average working women, were not discernibly different in their degree of dyadic adjustment.
Correlation coefficients were computed on each pair of scores between the Rotter Scale and the Dyadic Adjustment Scale. Locus of control was not statistically correlated to any of the Dyadic Adjustment Scale score. Developmental career history is described in detail along three subgroups: unplanned careerists, work-directed, and career-oriented. The women of this study tended to see their career success as enhancing themselves and their significant-other relationships. Perception of interaction with competition in career contexts is described in detail along four subgroups, showing the competitive behavior of all the subjects.
In balancing relationship and career demands, the following was found:
No woman was willing to give up her career entirely.
Self-esteem appeared to increase with career success.
The women used delegation.
The women found relief from stress by getting involved in their work.
The women were able to compartmentalize their roles so that one did not impinge on another.
Those women in a current relationship tended to have supportive significant others.
By Yara Martini
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Estou cansado de você

Estou cansado dos seus papos de Contigo e Caras, as únicas coisas que você lê, há pelo menos dois anos. Lógico, no cabeleireiro. De suas fofocas das vidas alheias, da gravidez da fulana, da doença do ciclano, da vizinha jogando folhas em frente ao seu portão, da sua colega de trabalho que fez uma lipo e trocou de marido.
Publicações, títulos acadêmicos e um Sorriso

quarta-feira, 22 de abril de 2009
O Tempo

Mário Quintana
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Empatia
terça-feira, 7 de abril de 2009
Procissão - Éramos Quatro
Oito da noite, uma segunda-feira. Meninas na cozinha, sentadas, largadas, cozinhando, de Havaianas, de soutien e shorts, de caras lavadas, com sono, exaustas.segunda-feira, 6 de abril de 2009
Pensamentos sobre o livre arbítrio

Deus, em sua sabedoria, JUSTIÇA e bondade infinitas (e olha que a palavra justiça foi destacada), não permitiria que isso ocorresse. Seus filhos são iguais, tendo os mesmos direitos e deveres.
Desta maneira, se estamos neste tempo-espaço vivendo o que vivemos, é porque disso precisamos para nosso aprimoramento moral. Para nosso adiantamento e progresso morais.
sábado, 4 de abril de 2009
DO BOM E DO MELHOR

(Leila Ferreira)
Estamos obcecados com "o melhor".
sexta-feira, 27 de março de 2009
Primavera no Dentes

João Ricardo/João Apolinário
Quem tem consciência para ter coragem
Hamlet - Em Luto pelo Pai - Shakespeare

quinta-feira, 26 de março de 2009
Imóveis
Samara, Russia
Ela é uma moça muito simpática. Entonação de voz, palavras, tudo é um convite a alegria. Alegria no rosto, coração dolorido. Com todas as economias de uma vida de 37 anos, comprou um apartamento para a família. Por causa de um inventário ainda não solucionado, não pode passar para o nome dela. No dia em que soube estar seu pai com câncer, recebeu uma ligação de uma advogada. Aproveitando-se da situação, a ex proprietária a processa a fim de obter a reintegração de posse. Alega que não conhecia a moça (foram colegas de trabalho), e que esta "invadiu" seu apartamento. Caso na justiça.
Ela era uma senhora. Nasceu no sítio, sul do país, mal sabia ler. Perdeu uma filha adolescente. Passeva nas ruas da cidade com a foto da moça pendurada no pescoço, por anos. Com uma doença e subsequente incapacitação do marido, "herdou" muito dinheiro. Iludiu-se, fantasiou, perdeu-se. Gastou em porcariadas. Abria a carteira para a pessoa "pegar" a quantia de dinheiro a ser paga. Vendeu um imóvel no campo (lembranças de infância), sem o conhecimento do filho responsável, objetivando comprar uma senhora casa na cidade. Pagou, parcela a parcela (poucas), mas não levou. A proprietária deu a ela um recibo escrito à mão, em papel de pão. Kraft. O corretor foi conivente. Após a quitação, a ex proprietária simplesmente disse a ela que não pagara, portanto não ficaria com a casa. Simplesmente, assim como quem morde e deglute uma maçã. Simples assim. A senhora, desesperada, entrou na justiça. Humana, óbvio. Com um pedaço de papel kraft em mãos e um advogadozinho de merda, perdeu.
O que consta é que o corretor tem um filho vegetando. A dona da casa, estou pagando para saber.
quarta-feira, 25 de março de 2009
A Vida - Henfil
:: A Vida - Alfred Henfil
"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar,especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite;até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão,outono,inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque;até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo;até que você morra...
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Lembre-se:
"Felicidade é uma viagem, não um destino".
segunda-feira, 23 de março de 2009
Pasta al mare - 3 italianas

Érica
Natália
sexta-feira, 20 de março de 2009
Pérolas e bivalves
(3a. Lei de Newton - Ação e Reação)
quinta-feira, 19 de março de 2009
Buballo e Espigas de Milho




