
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Virou estrelinha

terça-feira, 28 de abril de 2009
Successful Career Woman's Resolution of Conflict Between Relationship and Career
Our greatest challenge is balancing love and work.
The purpose of this study was to examine successful career women and their resolution of conflict between balancing career and relationship demands. Literature in the following areas was reviewed: fear of success, locus of control, competition factor, and relationship satisfaction. This study focused on locus of control and relationship satisfaction and how they interrelated. The integration of career and significant-other relationship demands was also studied.
Fifty-four successful career women in the San Francisco Bay Area participated in this study. Age, relationship status, income and socioeconomic status were all variables that were controlled. Locus of control was measured by Rotter's Locus of Control Scale. From this scale, generalized expectancies for internal versus external control of reinforcement were measured. Relationship satisfaction was measured by Spanier's Dyadic Adjustment Scale, which consists of four subscales: Dyadic consensus, dyadic satisfaction, dyadic cohesion, and affectional expression. Thirty of the fifty-four women, fifteen who were currently in a significant-other relationships and fifteen who were not, participated in Linquist's Personal Interview Survey.
For analysis, frequency distributions of scores were developed, descriptive statistics were calculated, and statistical correlations were calculated for interrelationships. Results revealed a large range of locus of control scores among the study's participants. Comparison with another sample of women with similar backgrounds revealed that this study's sample was more internally controlled (significant beyond the .001 level). The women in this study, though considerably higher paid than average working women, were not discernibly different in their degree of dyadic adjustment.
Correlation coefficients were computed on each pair of scores between the Rotter Scale and the Dyadic Adjustment Scale. Locus of control was not statistically correlated to any of the Dyadic Adjustment Scale score. Developmental career history is described in detail along three subgroups: unplanned careerists, work-directed, and career-oriented. The women of this study tended to see their career success as enhancing themselves and their significant-other relationships. Perception of interaction with competition in career contexts is described in detail along four subgroups, showing the competitive behavior of all the subjects.
In balancing relationship and career demands, the following was found:
No woman was willing to give up her career entirely.
Self-esteem appeared to increase with career success.
The women used delegation.
The women found relief from stress by getting involved in their work.
The women were able to compartmentalize their roles so that one did not impinge on another.
Those women in a current relationship tended to have supportive significant others.
By Yara Martini
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Estou cansado de você

Estou cansado dos seus papos de Contigo e Caras, as únicas coisas que você lê, há pelo menos dois anos. Lógico, no cabeleireiro. De suas fofocas das vidas alheias, da gravidez da fulana, da doença do ciclano, da vizinha jogando folhas em frente ao seu portão, da sua colega de trabalho que fez uma lipo e trocou de marido.
Publicações, títulos acadêmicos e um Sorriso

quarta-feira, 22 de abril de 2009
O Tempo

Mário Quintana
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Empatia
terça-feira, 7 de abril de 2009
Procissão - Éramos Quatro
Oito da noite, uma segunda-feira. Meninas na cozinha, sentadas, largadas, cozinhando, de Havaianas, de soutien e shorts, de caras lavadas, com sono, exaustas.segunda-feira, 6 de abril de 2009
Pensamentos sobre o livre arbítrio

Deus, em sua sabedoria, JUSTIÇA e bondade infinitas (e olha que a palavra justiça foi destacada), não permitiria que isso ocorresse. Seus filhos são iguais, tendo os mesmos direitos e deveres.
Desta maneira, se estamos neste tempo-espaço vivendo o que vivemos, é porque disso precisamos para nosso aprimoramento moral. Para nosso adiantamento e progresso morais.
sábado, 4 de abril de 2009
DO BOM E DO MELHOR

(Leila Ferreira)
Estamos obcecados com "o melhor".
sexta-feira, 27 de março de 2009
Primavera no Dentes

João Ricardo/João Apolinário
Quem tem consciência para ter coragem
Hamlet - Em Luto pelo Pai - Shakespeare

quinta-feira, 26 de março de 2009
Imóveis
Samara, Russia
Ela é uma moça muito simpática. Entonação de voz, palavras, tudo é um convite a alegria. Alegria no rosto, coração dolorido. Com todas as economias de uma vida de 37 anos, comprou um apartamento para a família. Por causa de um inventário ainda não solucionado, não pode passar para o nome dela. No dia em que soube estar seu pai com câncer, recebeu uma ligação de uma advogada. Aproveitando-se da situação, a ex proprietária a processa a fim de obter a reintegração de posse. Alega que não conhecia a moça (foram colegas de trabalho), e que esta "invadiu" seu apartamento. Caso na justiça.
Ela era uma senhora. Nasceu no sítio, sul do país, mal sabia ler. Perdeu uma filha adolescente. Passeva nas ruas da cidade com a foto da moça pendurada no pescoço, por anos. Com uma doença e subsequente incapacitação do marido, "herdou" muito dinheiro. Iludiu-se, fantasiou, perdeu-se. Gastou em porcariadas. Abria a carteira para a pessoa "pegar" a quantia de dinheiro a ser paga. Vendeu um imóvel no campo (lembranças de infância), sem o conhecimento do filho responsável, objetivando comprar uma senhora casa na cidade. Pagou, parcela a parcela (poucas), mas não levou. A proprietária deu a ela um recibo escrito à mão, em papel de pão. Kraft. O corretor foi conivente. Após a quitação, a ex proprietária simplesmente disse a ela que não pagara, portanto não ficaria com a casa. Simplesmente, assim como quem morde e deglute uma maçã. Simples assim. A senhora, desesperada, entrou na justiça. Humana, óbvio. Com um pedaço de papel kraft em mãos e um advogadozinho de merda, perdeu.
O que consta é que o corretor tem um filho vegetando. A dona da casa, estou pagando para saber.
quarta-feira, 25 de março de 2009
A Vida - Henfil
:: A Vida - Alfred Henfil
"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar,especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite;até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão,outono,inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque;até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo;até que você morra...
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Lembre-se:
"Felicidade é uma viagem, não um destino".
segunda-feira, 23 de março de 2009
Pasta al mare - 3 italianas

Érica
Natália
sexta-feira, 20 de março de 2009
Pérolas e bivalves
(3a. Lei de Newton - Ação e Reação)
quinta-feira, 19 de março de 2009
Buballo e Espigas de Milho

Martini avec une sucré cerise, Yara Martini, artista plástica
quarta-feira, 18 de março de 2009
Acorde Final

Na vida não há prêmios nem castigos, apenas consequências.
Robert Green Ingersoll
Acorde Final
"Eu havia colocado no toca-discos aquele disco com poemas de Vinícius e do Drumond, disco antigo, long-play, o perigo são os riscos que fazem a agulha saltar, felizmente até ali tudo tinha estado liso e bonito, sem pulos e sem chiados, o próprio Vinícius, na sua voz rouca de uísque e fumo, havia recitado os sonetos da separação, da despedida, do amor total, dos olhos da amada. Chegara finalmente o último poema, meu favorito, "o haver" - o Vinícius percebia que a noite estava chegando, tratava então de fazer um balanço de tudo o que se fez e disso, o que foi que sobrou? Por isso as estrofes começam todas com uma mesma palavra, "resta..." - foi isso que sobrou.
Resta essa capacidade de ternura, essa intimidade perfeita com o silêncio...
Resta essa vontade de chorar diante da beleza, essa cólera cega em face da injustiça e do mal entendido...Resta essa faculdade incoercível de sonhar e essa pequenina luz indecifrável a que às vezes os poetas tomam por esperança...
Começava naquele momento a última quadra, e de tantas vezes lê-la e outras tantas ouvi-la, eu já sabia de cor as suas palavras, e as ia repetindo dentro de mim, antecipando a última, que seria o fim, sabendo que tudo o que é belo precisa terminar.
O pôr-do-sol é belo porque as suas cores são efêmeras, em poucos minutos não mais existirão.
A sonata é bela porque sua vida é curta, não dura mais que vinte minutos. Se a sonata fosse uma música sem fim é certo que o seu lugar seria entre os instrumentos de tortura do diabo, no inferno.
Até o beijo... Que amante suportaria um beijo que não terminasse nunca?
O poema também tinha de morrer para que fosse perfeito, para que fosse belo e para que eu tivesse saudades dele, depois do seu fim. Tudo o que fica perfeito pede para morrer. Depois da morte do poema viria o silêncio, o vazio. Nasceria então outra coisa no seu lugar: a saudade. A saudade só floresce na ausência.
É na saudade que nascem os deuses - eles existem para que o amado que se perdeu possa retornar - que a vida seja como o disco, que pode ser tocado quantas vezes se desejar. Os deuses - nenhum amor tenho por eles, em si mesmos. Eu os amo só por isso, pelo seu poder de trazer de volta para que o abraço se repita. Divinos não são os deuses. Divino é o reencontro.
A voz de Vinícius já anunciava o fim. Ele passou a falar mais baixo.
Resta esse diálogo cotidiano com a morte, esse fascínio pelo momento a vir, quando, emocionada, ela virá me abrir a porta como uma velha amante...
E eu, na minha cabeça, automaticamente me adiantei, recitando em silêncio o último verso: ".. Sem saber que é a minha mais nova namorada."
Foi então que, no último momento, o imprevisto aconteceu: a agulha pulou para trás, talvez tenha achado o poema tão bonito que se recusava a ser uma cúmplice do seu fim, não aceitava a sua morte, e ali ficou a voz morta do Vinícius repetindo palavras sem sentido: "sem saber que é a minha mais nova"..."sem saber que é a minha mais nova"..."sem saber que é a minha mais nova..."
Levantei-me do meu lugar, fui até ao toca-discos, e consumei o assassinato: empurrei suavemente o braço com o meu dedo, e ajudei a beleza a morrer, ajudei-a a ficar perfeita. Ela me agradeceu, disse o que precisava dizer, sem saber que é a minha mais nova namorada... Depois disso foi o silêncio.
Fiquei pensando se aquilo não era uma parábola para a vida, a vida como uma obra de arte, sonata, poema,coreográfico. Já no primeiro momento quando compositor, ou o poeta ou o dançarino preparam a sua obra, o último momento já está em gestação. É bem possível que o último verso do poema tenha sido o primeiro a ser escrito por Vinícius. A vida é tecida como as teias de aranha: começam sempre do fim. Quando a vida começa do fim ela é sempre bela por ser colorida com as cores do crepúsculo.
Não, eu não acredito que a vida biológica deva ser preservada a qualquer preço.
"para todas as coisas há o momento certo. Existe o tempo de nascer e o tempo de morrer" (Eclesiastes 3, 1s).
A vida não é uma coisa biológica. A vida é uma entidade estética. Morta a possibilidade de sentir alegria diante do belo, morreu também a vida, tal como Deus no-la deu - ainda que a parafernália dos médicos continue a emitir seus bipes e a produzir ziguezagues no vídeo.
A vida é como aquela peça. É preciso terminar.
A morte é o último acorde que diz: está completo. Tudo o que se completa deseja morrer".
Esse texto, Acorde Final, é um texto que julgo definitivo. Conheci em 2001, na época do cursinho, através do professor de literatura. E nunca mais esqueci.
Fragonard

A fábrica mantém um museu vivo de essências e uma sala de aula para que se aprenda a arte da perfumaria. As vidrarias lá expostas, do início do século XVII, lembram os objetos exibidos no Castelo de Heidelberg, em plenas composições alquímicas.
Fragonard também é o nome de um pintor. Jean Honoré Fragonard nasceu em Grasse, a cidade da perfumaria Fragonard, é autor de obras notórias. Algumas estão expostas no Louvre. O estilo é rococó e hedonista.
E, por fim, Fragonard é um estilo de arte. Sabe aquelas coleções antigas de aparelhos de chá da época de nossas bisavós, que continham uma cena romântica bucólica ao centro? Normalmente um casal que se estende a mão. É Fragonard. Cenas frívolas e galantes, cheias de encanto e romantismo, parecendo anunciar o Impressionismo de Renoir.
Contos de Dona Ivone



